A saída da prefeita Patrícia Aguiar abre espaços para o deputado estadual Audic Mota assumir o comando municipal do PMDB em Tauá. Audic tem pressa e, nas eleições de 2016, quer ser candidato a prefeito contra a própria Patrícia, que concorrerá à reeleição.
Sob a orientação do senador e presidente regional do PMDB, Audic Mota quer novos espaços políticos na Região dos Inhamuns e, também, no cenário estadual. O grupo político tem, ainda, o comando do empresário Chiquinho Feitosa e do ex-deputado estadual Idemar Citó, ambos do DEM.
Audic seguia orientação política do então vice-governador Domingos Filho, foi presidente da Câmara de Vereadores de Tauá, aliado da administração Patrícia Aguiar e ganhou, com esses apoiadores, a Presidência da União dos Vereadores do Ceará (UVC). À época, disputou a eleição da UVC com o vereador Marduque Duarte, que tinha apoio do senador Eunício Oliveira.
Em 2014, Audic abandona o grupo de Domingos, a quem defendia como opção do PROS ao Governo do Estado, se lança à Assembleia Legislativa. Eleito deputado estadual, Audic passa a integrar o bloco de oposição ao Governo Camilo Santana.
Em abril deste ano, tentou impor derrota ao grupo do deputado federal Domingos Neto (PROS) na disputa pela presidência da UVC ao lançar o conterrâneo e vereador pela cidade de Baturité, Herbely Mota. Herbely entrou na disputa com o apoio dos senadores Tasso Jereissati (PSDB) e Eunício Oliveira e recebeu apenas 542 votos, contra 814 votos do vereador César Veras, de Camocim, que recebeu apoio de Domingos Neto e do Governador Camilo Santana (PT).
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