quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Ceará apresenta baixo índice de insegurança alimentar

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Em nove anos, cresceu o número de domicílios no Brasil onde há preocupação ou incerteza quanto à aquisição e consumo de alimentos, revela pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quinta-feira (18).
No Ceará o índice de insegurança alimentar é menor do que o da maioria dos estados da região norte e nordeste, e apresenta percentual de 12,5%. Nos últimos quatro anos, o percentual de domicílios que se encontravam em algum grau de insegurança alimentar caiu de 30,2%, em 2009, para 22,6%, no ano passado, atingindo 52 milhões de pessoas residentes em 14,7 milhões de domicílios. No Ceará o índice de insegurança alimentar é menor do que o da maioria dos estados da região norte e nordeste, apresentando percentual de 12,5%

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O estudo Suplemento de Segurança Alimentar, que tem como base os dados da Pnad 2013 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), mostra que, apesar de o tema ser motivo de preocupação para muitos brasileiros, a insegurança alimentar vem caindo em todos os níveis.
A insegurança alimentar grave, que, segundo os critérios utilizados pelo IBGE, diz respeito à privação de alimentos para adultos e crianças, estava calculada em 6,9% dos domicílios no ano de 2004. Cinco anos depois, o indicador chegou a 5%. Já na última Pnad, o ritmo de queda se manteve e o indicador atingiu 3,2% dos domicílios brasileiros.
De acordo com o IBGE, apesar da diferença de mais de 200 mil pessoas na comparação entre 2004 e 2013, os dados sobre domicílios que têm preocupação ou incerteza quanto à aquisição e consumo de alimentos são positivos. Isso porque, há quatro anos, a diferença era bem maior.
Na Pnad 2009, o número de domicílios onde havia medo da fome foi de pouco mais de 11 milhões. Ou seja, houve redução de 1,4 milhão no período entre 2009 e 2013. A queda foi impulsionada pelos domicílios situados nas áreas urbanas.
Já nas áreas rurais, houve um leve aumento percentual dos domicílios que se encontravam em algum tipo de insegurança alimentar. Entre 2009 e 2014, mais de 90 mil domicílios passaram a ter medo de passar fome.
Fonte: Ceará agora

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